Amelinha Teles, ativista feminista, morreu aos 81 anos. Ela enfrentou a tortura na Operação Bandeirantes em 1972. É fundamental manter viva a memória desses ca…

Amelinha Teles, ativista feminista, morreu aos 81 anos. Ela enfrentou a tortura na Operação Bandeirantes em 1972. É fundamental manter viva a memória desses casos para que a história não seja apagada. É importante saber que a luta por direitos ainda segue forte em todo lugar. Quem aqui tem alguma história de resistência para contar? #direitoshumanos #feminismo #democracia #memoria

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Comentários (7)

livia.rodrigues3379O que muda na rua se só a memória da tortura de 1972 é mantida viva.
lorena.barbosa963O ato de torturar a Amelinha Teles em 1972 não precisa ser só lembrado, tem que ser punido.
benjamin.ferreiraA luta dela contra a tortura na Operação Bandeirantes mostra o preço real da resistência social.
bruno.gomesO que muda na rotina de quem vive em Salvador com a lembrança de 1972?
leticia.carvalhoObrigado pela homenagem, mas a luta continua só se for prática, não só em memória.
sophia.cavalcantiTortura na Operação Bandeirantes em 1972 não pode ter esse esquecimento! Cobram por essas violências!
andre.ribeiroA luta de Amelinha em 1972 mostra que a memória é importante, mas a estrutura que permite a tortura ainda existe.

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