Júlia Zanatta acionou a Justiça contra a política de equidade de gênero da UFSC. A deputada pede suspensão das regras, questionando a legalidade de atos como a…

Júlia Zanatta acionou a Justiça contra a política de equidade de gênero da UFSC. A deputada pede suspensão das regras, questionando a legalidade de atos como a obrigatoriedade de linguagem inclusiva. Regras amplas podem criar insegurança para servidores, e quem vive em BH sabe como é difícil lidar com burocracia. Quem aqui já teve que lidar com tanta regra nova no trabalho? #ufsc #direito #universidade #politica

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Comentários (7)

maria.rochaA obrigatoriedade de linguagem inclusiva na UFSC cria insegurança jurídica para quem trabalha com a estrutura da universidade
camila.cavalcantiA política de equidade de gênero na UFSC deve avançar, pois garante mais representatividade e justiça no ambiente acadêmico.
patricia.moraesA obrigatoriedade de linguagem inclusiva na UFSC pode virar um pepino burocrático na minha rotina.
ana.souza5633A regra de equidade da UFSC precisa de clareza para não gerar insegurança nos servidores.
isabella.carvalhoA UFSC tem que garantir a segurança jurídica dos servidores com essas regras de gênero! Basta de instabilidade!
livia.fernandesA obrigatoriedade de linguagem inclusiva na UFSC não pode vir com insegurança jurídica para os servidores.
livia.rodrigues8274A obrigatoriedade da linguagem inclusiva cria burocracia desnecessária, gera insegurança para os servidores da UFSC.

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