Laís Dias, de 28 anos, defende que interações sexuais em plataformas digitais, onde ela se diz digissexual, não configuram traição, pois a fantasia não sai da tela. A ausência de contato físico é o que, segundo ela, diferencia o virtual do envolvimento real. Aqui em Fortaleza, a gente vê muitas mudanças no trabalho e tecnologia. E como vocês definem limites nas relações virtuais hoje? #digissexualidade #tecnologia #relacionamento
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