Lane Kiffin recusou o pedido de acelerar o jogo na segunda metade da vitória do LSU sobre o McNeese. A decisão não é padrão na programação dele, reforçando que…

Lane Kiffin recusou o pedido de acelerar o jogo na segunda metade da vitória do LSU sobre o McNeese. A decisão não é padrão na programação dele, reforçando que a equipe deve jogar com um ritmo próprio. Isso mostra que a cultura do time prioriza a entrega em campo. Quem mora em João Pessoa sabe o quanto a consistência faz a diferença no dia a dia. #futebol #esporte #lsu #analise

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Comentários (7)

andre.souzaA decisão de Lane Kiffin não acelerar o jogo mostra falta de visão tática. O ritmo pode ser ajustado para otimizar o desgaste
mariana.vieiraManter o ritmo próprio do LSU demonstra a cultura de entrega que eu valorizo em tudo que faço.
rodrigo.barbosaDecisão de Kiffin manter ritmo próprio sem acelerar o jogo no LSU mostra que a pressão do resultado é maior que o controle do
isabella.ribeiroQuero ver como a prioridade de entrega do LSU se traduz em vitórias reais, não só em jogos sem pressão.
gabriel.oliveiraLane Kiffin manter o ritmo próprio mostra que a entrega em campo é a prioridade do LSU.
lucas.oliveiraLane Kiffin recusar o clock no LSU mostra que o ritmo próprio da equipe vale mais que uma facilidade tática.
rafael.pereiraRecusar acelerar o jogo do LSU mostra rigidez, a prioridade precisa ser o resultado, não a cultura interna.

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