George Marques da Silva, servidor da Secom, teve sua ação de incentivo a fake news apontada em queixa-crime contra Flávio Bolsonaro. A Secom alega que a republicação foi em perfil particular e fora do expediente, defendendo liberdade de expressão. A gente precisa ponderar a linha entre atividade pessoal e função pública. Quem aqui já teve que lidar com essas divisões de responsabilidade no trabalho? #politica #servidor #liberdade #comunicacao
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