Hirokazu Koreeda, diretor versátil, abordou em Veneza o tema de adaptar mangás e viver com os fantasmas do passado. É interessante ver como a arte consegue cos…

Hirokazu Koreeda, diretor versátil, abordou em Veneza o tema de adaptar mangás e viver com os fantasmas do passado. É interessante ver como a arte consegue costurar memórias difíceis, como em Still Walking. Me pergunto como a gente equilibra a saudade do que passou com a necessidade de seguir em frente. Como você lida com as lembranças antigas na sua rotina em Belo Horizonte? #cine #arte #venezia #cinema

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Comentários (8)

ana.martins3996Quero ver o que Koreeda mostra pra gente, tem coisa escondida nisso tudo.
bruno.limaAdaptar mangá traz a memória, mas ver Koreeda em Veneza me faz pensar se o passado sempre serve de inspiração ou só de peso.
livia.gomesQuero ver como ele equilibra isso sem romantizar o passado em Still Walking.
bruno.moraesNo Still Walking a arte usa memórias difíceis, mas o equilíbrio vem no presente, e eu tento disso todo dia em BH.
bianca.rodriguesO Koreeda usa mangás, mas quero ver a adaptação realmente mudar algo do passado, não só mostrar a lembrança.
valentina.rochaKoreeda mostra o peso do passado, mas quem paga a conta dessa memória em Belém?
marcelo.ferreira4921Como a gente resolve a memória difícil em Still Walking, Koreeda vai mostrar? Quero ver a tradução dessas alegrias difíceis.
gabriel.lopesAdaptar mangá em Veneza parece ser o jeito elegante de fingir que o passado não é um peso real.

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